Passando mal no fim de semana… uma reflexão.

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No último fim de semana passei muito mal! Fui a um restaurante e comi uma batata frita com queijo, alho e calabresa – uma delícia, que com certeza teria dispensado se soubesse o que estava por vir. Resumo: -Fim de semana com uma grande festa e ZERO de aproveitamento.
Neste caso, que de certa forma é comum entre os mortais, o causador do estrago conseguiu ser bem identificado – maldita batata! Mas e se não conseguisse identificar!? Imaginando um cenário onde uma pessoa passando mal, fazendo um retrospecto do que causou sua dor, qual o mais provável local que irá apontar? Muito provável que sejam os locais que comeu fora de casa.
Me colocando no lugar de um dono de uma lanchonete que serviu esse sujeito, que tem tudo certo, higienizado, que com certeza receberá uma visita dos fiscais sanitários de seu município após uma justa denúncia, ficaria pensando e questionando meus métodos, funcionários, geladeiras, validade de dedetização, entre outros sem nunca me atentar para o mais invisível de todos: -O SACHÊ.
Sachê esse que comprovadamente foi vista sua embalagem externa com coliformes fecais em 10% do conjunto analisado, como também grande maioria com algum tipo de fungo ou bactéria. E tudo isso é ingerido quando aberto o sachê com a boca.
A conclusão que chego é de se esse estabelecimento tivesse um KHORT, que elimina o risco de contaminação da boca com a embalagem, esses problemas não teriam acontecido.
Vale pensar nisso, principalmente depois de um fim de semana desastroso.

Leopoldo Almeida

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