Contaminação nas embalagens externas dos sachês – Bactérias, fungos e coliformes fecais

Clique na imagem para download do estudo na sua íntegra.

O Laboratório de Microbiologia de Alimentos da UFRJ analisou, em recente pesquisa, um abridor de sachês e a segurança microbiológica das embalagens plásticas descartáveis que conservam ketchup, mostarda, maionese, entre outros.

Foram detectados na área externa dos invólucros, numa amostragem de 285 unidades retiradas dos balcões de bares e lanchonetes do Rio de Janeiro, que mais de 70% apresentaram contaminação por fungos, 82% por bactérias e 66% por estafilococos, um tipo de bactéria muito resistente. Em mais de 10% desses foram encontrados coliformes fecais. São dados alarmantes para o consumidor, pois esses micro-organismos podem causar infecção intestinal, vômitos e diarréia.

Antes das embalagens plásticas, os temperos eram servidos em bisnagas, substituídas em definitivo em vários estados brasileiros por determinação da Anvisa. Um dos maiores índices de internação hospitalar era em função da intoxicação alimentar proveniente das “recargas” de ketchup, mostarda e maionese, já que raramente existia uma limpeza da embalagem antes da reposição do produto.

Em função do resultado apontado pelo estudo, o abridor de sachês líder de mercado, O KHORT, também foi colocado à prova a fim de verificar se age como veículo de contaminação ou traz a devida segurança no consumo de sachês. Os testes foram mais que satisfatórios reduzindo em quase 100% os riscos de contaminação cruzada e mesmo se auto esterilizando em função do poder microbiótico proveniente do tipo de metal da lâmina e a falta de água no plástico tendo-se um péssimo ambiente para convívio desses organismos.

A conclusão do estudo mostra que o Khort reduz em 90% os riscos de contaminação.

A analise dos saches e abridores foi feita da seguinte forma:

Vários abridores foram contaminados com uma carga de bactérias para descobrir quanto tempo elas permaneceriam vivas.

O que foi constatado foi que se em um sache houvessem 10 mil bactérias, logo no primeiro dia de contato com o abridor este número cairia pra apenas uma bactéria, ou seja, se encontrarmos apenas 20 bactérias, no primeiro dia praticamente não existirá mais contaminação.

Quando você coloca este mesmo sache na boca você esta se expondo diretamente a todas estas bactérias, já passando o sache no abridor, em uma contaminação de 20 a 100 bactérias este número tenderia a zero.

Para entender o comportamento das bactérias no abridor a analise foi feita em diferentes partes do mesmo, que foi separado em: fenda; lamina; e corpo. Todas estas partes foram infectadas com 100 milhões de bactérias. E foi visto que há uma morte das bactérias diferente em cada parte do abridor. Sendo as fendas a responsável pela manutenção de um maior numero de microorganismos e a lâmina é o local onde estes morrem mais rápido.

Foram criados saches no laboratório com as mesmas dimensões de um normal mas do conteúdo foi colocado meio de cultura para bactéria (um liquido com as condições ideais para a sobrevivência das mesmas). Estes saches criados eram passados em um abridor contaminado no laboratório, para que pudesse ser analisado a contaminação do abridor para o sache e seu conteúdo.

O que foi observado é que a área que passa no abridor de sache é muito pequena para a transferência de contaminação do abridor para o sache. Então ao somar a morte das bactérias no abridor e a transferência mínima para o sache, conteúdo não chega a ser contaminado. O somatório destes fatores deixa bem claro que é muito mais seguro abrir o sache no abridor do que na boca.

O estudo provou que mesmo com o abridor exposto em locais inóspitos, ou seja, em locais de grande aglomeração, ou em um local onde não se tenha tantos cuidados com higiene de uma maneira geral, é verdadeiro afirmar que é mais seguro abrir com o Khort do que com a boca.

Não foram realizados testes com abridores de sachês diferentes do Khort.

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