Khort na revista PEGN – Matéria “Eles vivem de inventos”

Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios – Dezembro/2010

Leopoldo Almeida notou algo de incomum quando o garçom de uma lanchonete no centro do Rio de Janeiro trouxe seu pedido. Não havia nada de errado com seu sanduíche, mas todos os sachês com os condimentos já estavam abertos, cortesia do seu atendente. “Eu posso criar algo que faça isso, que abra os sachês para as pessoas”, imaginou. Na época, em 2007, o vendedor de material médico estava desempregado, e teve de pedir empréstimos de R$ 30 mil a um amigo e à irmã para registrar a patente do seu invento, o Khort. Mesmo depois, a falta de dinheiro continuou a ser um problema: para começar a produzir o cortador, ele precisava de um investimento de R$ 200 mil. Como solução, Almeida tornou-se sócio do dono de uma fábrica de objetos plásticos. Ele demorou cerca de oito me-ses para vender as primeiras 20 mil unidades. Valeu a pena. Em janeiro de 2010, foram dois mil; em junho, 18 mil; e em setembro, 100 mil. Hoje, Khort também é o nome da sua empresa, que tem clien-tes no Brasil inteiro. “O próximo passo é tornar o Khort um utensílio comum na casa de qualquer consumidor”, afirma. Neste ano, Almeida entrou com pedido de patente internacional nos Estados Unidos, Canadá, México e Europa. Além disso, está desenvolvendo uma versão descartável do cortador para acompanhar refeições entregues em domicílio.

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