Tenho ouvido bastante que as pessoas não tem utilizado o Khort por encontrá-lo sujo no local de uso. Depois de alguns feedbacks similares, comecei a pensar sobre esse fato e resolvi chamar os críticos de plantão para uma reflexão rápida e simples.
Primeiro passo é tirar a “novidade” de questão e trazer a situação para um utensílio do dia a dia.
Segue a pergunta:
- Se estiver em um restaurante e encontrar um garfo sujo, o que faria?
(a) Solicitar que alguém troque ou limpe e depois utilizá-los;
(b) Culpar a tramontina e comer com as mãos;
(c) Achar que o lugar não tem o devido cuidado com o serviço oferecido e comer com as mãos;
(d) Ir embora, pois entende que todo o lugar é sujo e não vale arriscar na comida.
(e) Colocar o garfo sujo na boca
Talvez por estar envolvido no processo não consiga enxergar outra resposta. A minha seria a letra (a) ou (d) dependendo do nível de sujeira, localização e ambiente. Considerando que tenha selecionado a letra (d) (Ir embora, pois entende que todo o lugar é sujo e não vale arriscar na comida.) e no restaurante seguinte tivesse encontrado um garfo igualzinho, mas limpo, não iria me opor a usá-lo.
Logo, eu imagino que o problema não esteja no produto e sim na sua manutenção por parte dos bares e restaurantes que estejam utilizando. Se formos analisar o Khort, perceberemos que internamente seus cantos são arredondados para não acumular sujeira, a angulação e espaço logo abaixo a lâmina proporciona contato com todas as áreas que por ventura poderiam se sujar de molho e finalmente, parte com a lâmina pode ser removida para ficar de molho, ou ser colocada na máquina de lavar ou até mesmo substituída por outra para ganhar tempo em sua manutenção.
Posso afirmar que é muito mais sujo colocá-lo na boca que num Khort sujo… espere e verá!
Então, fica aí a dica. O Khort está sujo, peça um limpo ou mande limpar!
Não acredita? Veja o vídeo!








Caro Rodolfo.
Os Burrocratas e vitrinitas de plantão estão em todo lugar,desejosos para mostrarem condutas de moral e sucesso na vida pessoal e profissional. As vezes passamos cinco, seis anos desenvolvendo um projeto para um desses solucionistas, após esse período querer vir nos ensinar o caminho das pedras.
Parabéns por seu trabalho, continuei na meta do que voce tem conciencia do que estar certo ou errado, sem deixar de acatar sugestões realmente construtivas e que acrescente algo de bom no trabalho desenvovido.
Crisógenes Ferreira de Oliveira